quarta-feira, 29 de abril de 2009

Requião entrega ônibus escolares em Piên e Agudos do Sul



Os ônibus do projeto Transporte Escolar, do Governo do Paraná, começaram a ser entregues para municípios da Região Metropolitana de Curitiba. O governador Roberto Requião entregou nesta terça-feira (28) quatro veículos para o município de Piên e três para Agudos do Sul. O projeto vai beneficiar 263 mil alunos da rede pública de ensino. “Tudo isso está inserido no programa de melhoria da qualidade do ensino do Paraná. Melhoria do salário dos professores, escolas novas, reformas necessárias e agora os 1,1 mil ônibus”, afirmou Requião. Já foram licitados pelo Governo do Estado 1.140 ônibus, em um investimento de R$ 133,4 milhões. Em Piên, dois ônibus com 31 lugares e outros dois com 23 lugares vão atender alunos da educação infantil ao ensino médio, de 25 bairros, nos turnos da manhã, tarde e noite. Em Agudos do Sul, dois veículos com 31 lugares e um com 23 lugares foram entregues para transportar estudantes do ensino infantil ao universitário, de 26 bairros. De acordo com o diretor-geral da Secretaria da Educação, Ricardo Bezerra, o Governo têm um programa de apoio à manutenção do transporte escolar, que prevê repasse de verbas para os municípios. “São mais de R$ 45 milhões que serão distribuídos para as cidades, de acordo com o número de alunos transportados”, explicou.O prefeito de Agudos do Sul, Antônio Gonçalves da Luz, contou que a qualidade dos ônibus da prefeitura, que faziam o transporte das crianças, era uma das grandes preocupações da cidade. “Temos mil alunos para transportar e nove linhas de ônibus. Com a estrada de chão, os ônibus quebravam e as crianças perdiam as aulas. Essa era nossa preocupação e por isso pedimos os ônibus e fomos atendidos”, disse.O apoio do Governo do Estado na área da educação foi destacado pelo prefeito de Piên, Gilberto Dranka. “Esses ônibus significam economia para a prefeitura, que deixa de gastar com transporte, manutenção e combustível. Tenho certeza de que no nosso município a educação vai melhorar com esse investimento, com a parceria do Governo do Estado. Tivemos também o Trator Solidário, com entrega de dez tratores, e a construção de pontes, que está em andamento. Tudo isso trará mais desenvolvimento para a cidade”, disse.Os ônibus escolares são fundamentais para os estudantes que moram na zona rural, que têm difícil acesso às escolas nas cidades, conforme ressaltou o deputado Francisco Buhrer. “Os ônibus resolvem este problema, com transporte de qualidade e segurança”, disse. “Se queremos uma qualidade de vida melhor para os paranaenses, temos que investir forte em educação. É o que o Governo do Paraná está fazendo”, acrescentou.Os veículos atendem às necessidades de transporte escolar com segurança e qualidade, e obedecem às normas do Conselho Nacional de Trânsito. As poltronas têm encosto para cabeça e cinto de segurança individual. “São ônibus novos, com baixo custo de manutenção, cintos de segurança e espaço embaixo das poltronas para guardar o material escolar, dando conforto e segurança para as crianças e para seus pais, que estarão tranquilos enquanto seus filhos vão para a escola”, destacou Requião. Para retirar os ônibus, cada prefeitura precisa providenciar o seguro do veículo por dois anos e os motoristas devem ter feito o curso de direção defensiva, primeiros socorros, manutenção básica, saúde e segurança. O curso é ministrado por técnicos da Secretaria do Trabalho, Emprego e Promoção Social. “Piên e Agudos do Sul saíram na frente, com prefeitos ágeis, e foram premiados com as primeiras entregas”, frisou Requião. Segundo Ricardo Bezerra, os ônibus serão entregues para aquelas cidades que cumprirem às exigências do Governo do Estado. “Também terão prioridade aquelas cidades menores, com cerca de 50 mil habitantes, cujo transporte escolar é feito pelas prefeituras. Essas são as cidades que têm maior necessidade”, disse. Um dos motoristas capacitados em Agudos do Sul é Luiz Jaques Tolfo, 47 anos, na profissão há 24 anos. Ele conta que já tinha feito outros cursos de capacitação, mas o oferecido pelo programa Transporte Escolar proporcionou a ele aprender novas técnicas no trânsito, além de primeiros socorros. “O conhecimento é renovado e isso é muito importante, principalmente porque estamos acompanhando crianças, somos como seus tutores”, disse. A dona-de-casa Maria Ivanildes Lourenço, 30 anos, que mora em Piên, vê os cinco filhos indo para a escola todos os dias em ônibus da prefeitura que ficam lotados, sem qualquer segurança. Ela diz que está mais tranqüila por saber que o trajeto será feito em veículos com cinto de segurança e com motoristas capacitados.Nesta quarta-feira (29), Requião entrega dois ônibus em Quatro Barras, três em Campina Grande e dois em Piraquara. De acordo com a Secretaria da Educação, outras cidades com menos de 100 mil habitantes também já podem receber os ônibus: Adrianópolis (3), Almirante Tamandaré (4), Balsa Nova (4), Bocaiuva do Sul (3), Campo Magro (4), Cerro Azul (4), Contenda (3), Dr. Ulisses (3), Fazenda Rio Grande (4), Itaperuçu (3), Lapa (5), Mandirituba (4), Quitandinha (5), Rio Branco do Sul (4), Tijucas do Sul (4), Tunas do Paraná (3), Antonina (3), Guaraqueçaba (3), Matinhos (4), Morretes (3), Pontal do Paraná (4) e Guaratuba (5).
Fonte : Agência de notícias do governo do Paraná

segunda-feira, 27 de abril de 2009

CAMPANHA DE VACINAÇÃO DO IDOSO CONTRA


As senhoras, Nelly Bittencourt e Gizélia Aparecida Rodrigues Gouvêa, respectivamente mães do Deputado Estadual, Comte Bittencourt, e do presidente da Associação do Conselho. Empresarial de Cidadania (Acec), Robson Rodrigues Gouvêa, além do secretário regional de Santa Bárbara e Caramujo, Edgar Folly, e do jornalista e fotógrafo, Carlos Ruas, foram vacinados pelo secretário municipal de Saúde, Alkamir Issa, na abertura oficial da Campanha Nacional de Vacinação do Idoso, ocorrida no último sábado, dia 25, às 8 horas, na Policlínica Regional Sérgio Arouca, em Santa Rosa. Na ocasião, coordenado pela assistente social, Sônia Rocha, o Coral do Programa do Idoso, da Secretaria Municipal de Saúde, fez uma apresentação especial. Participaram do evento, o subsecretário de Saúde, Telmo Hoelz, as vice-Presidentes de Atenção Coletiva Ambulatorial e da Família, Gisela Motta; de Atenção Hospitalar e de Emergências, Maria do Céu Lobo da Rocha Monteiro; e o diretor da Policlínica, Sérgio Arino, entre outras autoridades municipais.

A campanha prossegue até o dia 8 de maio, em todas as policlínicas regionais e comunitárias, bem como nas unidades básicas de saúde e módulos do Programa Médico de Família. No sábado de mobilização, que foi no próprio dia de abertura do evento, foram aplicadas 8.213 doses da vacina, o que representa 12,8% da população alvo. Na ocasião, além das unidades mobilizadas, um posto de vacinação funcionou também no Clube Central, em Icaraí, e no Ambulatório Naval (ANN), na Ponta D‘Areia.

A meta da campanha este ano é vacinar contra a gripe cerca de 80% dos moradores com mais de 60 anos – 64.396 pessoas – e atualizar os cartões de vacinação com a aplicação da vacina Dupla de Adulto, também recomendada para esta faixa etária e que previne contra o tétano e a difteria. O secretário municipal de Saúde, Alkamir Issa, informou que cerca de 500 profissionais estiveram mobilizados, no sábado, para atender a esta parcela da população que apresenta maior vulnerabilidade às doenças pulmonares agudas, gripe e tétano, doenças passíveis de serem prevenidas por vacinas atualmente disponíveis.

A influenza (gripe) é uma doença infecciosa aguda de natureza viral, altamente contagiosa. O vírus influenza é disseminado pelas vias respiratórias, quando os indivíduos infectados o transmitem por meio de gotículas ao falar, espirrar ou tossir. Os idosos, em especial aqueles que estão internados e os portadores de doenças crônicas são alvos de sérias complicações, como: pneumonia primária viral pelo vírus influenza, pneumonia bacteriana secundária, pneumonia mista, agravamento de doença pulmonar ou cardíaca crônica e até óbito.

A vacinação é a melhor estratégia para a prevenção da gripe e suas conseqüências, estando contra-indicada para pessoas que apresentem alergia grave ao ovo de galinha (choque anafilático) e pessoas que já desenvolveram a Síndrome de Guillain-Barré (doença rara na qual os nervos periféricos se deterioram, causando fraqueza dos músculos do tórax responsáveis pela respiração). A vacina contra gripe tem sua composição modificada a cada ano. Por isso todos os maiores de 60 anos, mesmo os que foram vacinados no ano passado, devem comparecer aos postos de vacinação, portando seus cartões de vacina.


Fonte : ASCON

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Requião anuncia aumento salarial de 6% ao funcionalismo do Paraná



O governador Roberto Requião anunciou nesta quarta-feira (22) que o Governo do Paraná vai enviar à Assembleia Legislativa projeto de lei estabelecendo reajuste de 6% nos salários do funcionalismo estadual. O projeto será entregue ao Legislativo nesta quinta-feira (23) pelo vice-governador Orlando Pessuti. O percentual, ressaltou Requião, será um pouco maior que a inflação projetada para os últimos 12 meses, que é de 5,2% (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, IPCA).“Nós não queremos que os funcionários públicos do Paraná venham perder aquilo que nós conseguimos melhorar nos últimos anos. O Paraná tem pago salários dignos aos seus professores e aos seus funcionários. Então eu e o vice-governador Pessuti estávamos discutindo por toda essa manhã e chegamos a uma conclusão. Nós vamos dar um aumento um pouco maior que o IPCA. Nós vamos mandar para a Assembleia nesta quinta-feira um projeto de lei concedendo 6% de aumento a todos os servidores do Estado do Paraná”, declarou Requião.O governador explicou que a decisão segue a política de medidas de combate aos efeitos da crise financeira que vêm sendo tomadas pelo Governo do Paraná. “Esse aumento não é fácil de ser concedido, mas faz parte da filosofia do governo, faz parte da nossa condução da política econômica. Em um momento de crise, nós só podemos sair dela se o povo tiver dinheiro para gastar. São mais de 200 mil funcionários públicos, aposentados e ativos, que receberão este aumento. Este reajuste vai para a loja da esquina, para o armazém, vai para a comida, vai lubrificar a circulação das mercadorias e vai nos ajudar na crise de uma forma diferenciada no Paraná”, assinalou.RENDA DO TRABALHADOR - Pessuti observou que, diante da cautela que se deve ter com os efeitos da crise na arrecadação do Estado, o índice de 6% é o percentual viável a ser aplicado nos salários dos servidores. “É aquilo que, neste momento, tanto a nossa arrecadação quanto a legislação do nosso país nos permitem fazer. Mas há de se destacar que estamos fazendo além do que muitos outros Estados. É uma demonstração de que nosso governo busca, pelo menos, repor as perdas salariais, sempre dar alguma coisa a mais, porque o nosso compromisso é com a renda do trabalhador, por isso é que temos o maior piso salarial do país.”De acordo com cálculos da Secretaria da Administração, do Planejamento e da Fazenda, o reajuste de 6% nos salários do funcionalismo público do Paraná vai significar um incremento de até R$ 35,9 milhões mensais na folha de pagamento. A folha mensal - que inclui salários dos ativos, aposentadorias e pensões - está em torno de R$ 584,9 milhões/mês. “Fizemos e estamos fazendo um grande esforço, um trabalho minucioso, para que, como nos últimos dois anos, o Governo do Paraná possa também em 2009 aplicar o reajuste geral nos salários dos servidores, dentro das limitações orçamentárias e financeiras e da restrições legais”, observa a secretária da Administração e da Previdência, Maria Marta Lunardon.
Fonte : Agência Estadual de notícias do Governo do Paraná

segunda-feira, 20 de abril de 2009

PREFEITA DE SG - RESPONDE POR IRREGULARIDADES



Aparecida Panisset é notificada 98 vezes pelo TCE por irregularidades

Anderson Carvalho

Como se não bastasse a prefeita de São Gonçalo, Aparecida Panisset (PDT), ter tido as prestações de contas dos anos de 2005 (quando assumiu o primeiro mandato), 2006 e 2007, rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), seu nome aparece em outros 98 processos abertos pelo órgão. Muitos dos que foram encontrados em pesquisa feita pela reportagem no site do TCE-RJ (www.tce-rj.gov.br) são relativos a compras supostamente superfaturadas, irregularidades em licitações e contratos para locação de imóveis. Em todos, a prefeita pediu prorrogação do prazo para apresentar defesa.
O processo mais recente - de número 201795-8, de 5 de março passado -, trata de cobrança de explicações ao governo municipal sobre locação de imóvel na Rua Coronel Rodrigues, no Centro, no valor de R$ 132.366, sem licitação. O processo original, de número 270.954-9, começou em 22 de julho de 2002 e o julgamento foi em 4 de novembro do ano passado. Segundo a sentença do TCE, não foi feita avaliação prévia do imóvel nem justificado o preço contratado.
Outro caso é o processo 204298-1, também de 5 de março, que trata do processo original 270.462-0, de março de 2004, é um termo de ajuste de contas com o INSS no valor de R$ 87.730,41, através da Fundação Municipal de Saúde. O julgamento foi em 2 de setembro de 2008.
Em 18 de fevereiro passado, o TCE divulgou lista com 12 processos contra Panisset, cujas notificações ocorreram entre 16 e 18 de dezembro de 2008. A prefeita tinha 30 dias para apresentar defesa. Em três processos, a pedetista recebeu multas, que somadas, chegam a 6 mil UFIRJ, que equivalem a R$ 69.739,200 para pagar do próprio bolso.
A prestação de contas referente a 2005 foi rejeitada porque a prefeita aplicou apenas 24% da receita em educação, quando o mínimo determinado pela Constituição Federal é de 25%; pela aplicação de royalties do petróleo no pagamento de dívidas, no valor de R$ 8.062,53, contrariando a legislação e abertura de créditos adicionais sem indicar a fonte de recursos.
Já a prestação de 2006 foi rejeitada devido à abertura de créditos adicionais por lei, ao invés de decreto-lei, sem autorização, abertura de créditos apresentando superávit financeiro de R$ 6,2 milhões, quando em 2005 houve déficit de R$ 5,4 milhões e abertura de créditos por excesso de arrecadação, no total de R$ 23,7 milhões, quando houve déficit de arrecadação de R$ 15,7 milhões. Na ocasião, Panisset foi multada em 22 mil UFIRs (equivale a R$ 26.541,88).
A prestação de 2007 foi rejeitada devido à apresentação de suposto superávit financeiro no valor de R$ 28,6 milhões, quando na verdade houve déficit de R$ 19,8 milhões, além de excesso de arrecadação de R$ 24,6, quando houve déficit no setor de R$ 11,9 milhões na abertura de créditos adicionais.
A vereadora Iza Deolinda (PMDB) reclama da falta de transparência da Prefeitura.
"Tudo indica que as contas de 2008 também serão rejeitadas", previu. "Panisset conduz a Prefeitura como um comércio, sem prestar contas", acrescenta o ex-aliado Ricardo Pericar (PDT).
Procurada, a prefeita não deu resposta até o fechamento da edição.
Contratos investigados
Entre os principais processos contra Panisset estão os que motivaram notificações no final de dezembro. O primeiro é sobre locação não paga de imóvel no bairro de Santa Catarina, em fevereiro de 2005, no valor de R$ 2.283,31. O segundo foi o contrato com a Resol Engenharia, para consultoria técnica sobre o aterro sanitário de Itaoca, no valor de R$ 325.677,36, em 2003. O terceiro é referente à contratação de empresa Power Construções para a construção de escola, no valor de R$ 1.469.548,90, também em 2003.
Houve ainda um contrato da Rufolo Prestação de Serviços, para execução de limpeza, de janeiro a junho de 2005, sem licitação, ao contrário do que determina a lei, no valor de R$ 1.475.366,88. A prefeita apresentou defesa. Houve outro, iniciado em janeiro de 2005 e julgado em setembro de 2008, sobre contratação da empresa Via Norte para construção de áreas de lazer e quadras esportivas no Mutondo. Panisset foi multada em 3 mil UFIR (equivalente a R$ 5.919).

Fonte : O Fluminense

Aumento salarial vai onerar Previdência em 7 bi


O aumento do salário mínimo nacional previsto para 2010 já é alvo de projeções sobre impactos econômicos. De acordo com o anúncio inicial o salário deve passar para R$ 506,43, com isso as contas da previdência social, por exemplo, devem ter um aumento de R$ 7,2 bilhões. O estudo sobre o impacto foi divulgado hoje (20) pelo secretário de Políticas de Previdência Social, Helmut Schwarzer. O aumento nos gastos, previsto para 2010, representa um preocupação, já que o órgão começou o ano com resultados negativos. A arrecadação foi menor que a despesa, assim o déficit foi de R$ 12,093 bilhões.


Theives Andrade (CGN) a agência

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Informação de Saúde aos usuários e à Imprensa:

SAÚDE DIVULGA ESQUEMA DAS EMERGÊNCIAS DA
REDE MUNICIPAL PARA O FERIADÃO DE TIRADENTES

Hospitais, unidades de urgência e policlínicas municipais que atendem com serviços de pronto-atendimento 24 horas, em Niterói, vão ter suas equipes reforçadas por conta do feriado prolongado de 21 de Abril – Tiradentes. O Hospital Municipal Carlos Tortelly, o antigo CPN, na Região do Centro; e a Unidade Municipal de Urgência Mario Monteiro, na Região Oceânica, manterão suas equipes mobilizadas da meia-noite deste sábado, dia 18, à zero hora da quarta-feira, dia 22. Na Zona Norte, a Policlínica Regional da Engenhoca, e, na Região de Pendotiba, o Serviço de Pronto Atendimento Francisco Pimentel, no Largo da Batalha, vão funcionar com reforço de equipes durante 24 horas.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) vai operar com 18 ambulâncias para atender a Região Metropolitana II, sendo cinco para Niterói. “A secretaria está mobilizada para o feriadão. O Samu, por sua vez, vai manter em prontidão UTIs móveis, unidades de suporte básico e ambulâncias da frota convencional, buscando sempre diminuir o tempo de resposta aos chamados”, explica o médico Gustavo Arcos Campos, novo coordenador do Samu Metro II.

ATENDIMENTO DE EMERGÊNCIA

Hospital Municipal Carlos Tortelly
(ex-Centro Previdenciário de Niterói)
Rua Desembargador Athayde Parreiras, 266 - Bairro de Fátima
Tel.: 2729 - 9300 / 2729 – 9355

Emergência psiquiátrica: H P J.
Hospital Psiquiátrico de Jurujuba (24 horas)
Avenida Quintino Bocaiúva s/n° - Jurujuba
Tel.: 2711-3166 (Emergência) 2714-8856

Emergência do Aparelho Digestivo:
Hospital Orêncio de Freitas (24 horas)
Avenida Machado, s/n - Barreto
Tel.: 2620-3434 / 2620-5157

Emergência Infantil:
Hospital Getúlio Vargas Filho – (24 horas)
Rua Teixeira de Freitas, s/nº - Fonseca
Tel.: 2627 – 1535 / 2627 - 1543

Unidade Municipal de Urgência Dr. Mário Monteiro (Umam)
Estrada Francisco da Cruz Nunes Filho, s/n° - Piratininga.
Tel.: 2619-2613 / 4771

Maternidade Municipal Alzira Reis Vieira Ferreira
Avenida Carlos Ermelindo Marins, s/nº
Tel.: 3611-0107

Serviço de Atendimento Móvel de Urgência SAMU – 192
Rua Athayde Parreiras, 266 – Centro
Tel.: 2722-2873

À Imprensa: mais informações com o Coordenador Regional do Samu, médico Gustavo Arcos Campos, pelos tels.: (21) 2722-2873 (Administração do Samu) ou 9721-2063.





ASCOM / FMS
2717-7831 / 2620-2926
ascom@saude.niteroi.rj.gov.br

terça-feira, 14 de abril de 2009

Indústria do Paraná cresce acima da média e Estado bate recordes em geração de empregos -



A produção industrial do Paraná cresceu 34,23% entre janeiro de 2003 e dezembro de 2008 — quase dez pontos percentuais acima da média nacional, de 25,5%. Nesse período, mais de 270 mil novas empresas se instalaram no Estado, que criou 581.138 novos empregos formais até fevereiro de 2009. O agronegócio e as exportações quase dobraram desde janeiro de 2003. Ainda assim, para o economista Gilmar Mendes Lourenço, entrevistado pela Gazeta do Povo, o Paraná “perdeu a locomotiva do crescimento”.“É um absurdo um professor de economia do Paraná não saber quais os investimentos e ações do Governo do Estado, e quais os resultados disso. Como economista, ele tem a obrigação de saber que, de 2006 até agora, quase todo os meses batemos recordes de produção industrial e em vendas no comércio varejista, conforme dados divulgados pelo IBGE”, disse o secretário da Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul, Virgílio Moreira Filho.Na entrevista, Lourenço, que é coordenador do curso de Economia da FAE, afirmou que “a gestão de Requião não atraiu nenhum investimento significativo nos últimos anos”, e que se trata de “um governo truculento, com viés de antinegociação”. “A instalação de milhares de empresas, que geram empregos e desenvolvimento para o Paraná, é fruto da articulação técnica e política do governador Roberto Requião e das secretarias de Estado, que criam um cenário ideal para a atração de empresas”, contestou o secretário do Planejamento, Ênio Verri.“Antes de se decidir pelo Paraná, essas empresas comparam o Estado com outros em termos de qualificação de mão-de-obra, localização estratégica, incentivos e diálogo entre Governo e setor empresarial. O nosso Governo tem atraído empresas de renome nacional e internacional. Somadas às micro e pequenas empresas, elas têm feito a diferença no crescimento do Estado em relação à média nacional”, argumentou. “Tudo isso mostra que a nossa relação com o setor empresarial é muito positiva, que as empresas se sentem seguras ao se implantarem no Estado e contribuem para o aumento da arrecadação de impostos, geração de empregos e, principalmente, com o desenvolvimento do Paraná, conforme apontam os dados publicados pela própria Gazeta do Povo”, reiterou Verri.“As declarações de Lourenço expressam uma opinião pessoal, ideológica, e não a avaliação de dados, de números”, falou o secretário do Planejamento. “Afinal, as reportagens publicadas pela Gazeta mostram que o Estado reduziu a pobreza, realizou grandes investimentos sociais e tem o melhor índice de educação do Brasil. Portanto, necessariamente, é um Estado que gera mais emprego, atrai capital produtivo e, na média, é diferente e mais atraente para as empresas”, argumentou.NOVAS EMPRESAS — Dados da Secretaria de Estado da Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul apontam que, entre janeiro de 2003 e dezembro de 2008, 272.627 novas empresas se instalaram no Paraná. Só em 2008, foram 53.087, a maioria micro e pequenos negócios, 69% dos quais no interior do Estado. O programa Bom Emprego, do Governo do Paraná, é uma das grandes ferramentas de incentivo à instalação de novas empresas em áreas com menor Índice de Desenvolvimento Humano. O Bom Emprego já beneficiou 89 empresas em 42 municípios. Os benefícios concedidos somam R$ 3,24 bilhões. Os investimentos das empresas que participam do programa alcançaram R$ 3 bilhões, com a criação de 16 mil empregos diretos e 48 mil indiretos. Os fatos também desmentem a opinião carregada de ideologia e carente de embasamento de Gilmar Mendes Lourenço. A Bitway, terceira maior fábrica de computadores do Brasil, investiu R$ 10 milhões em Piraquara. A CCE/Digibrás e a Visum se instalaram em Curitiba. A Icom/Intelbras montou fábrica em São José dos Pinhais. Em Campo Largo, está a Sig Combibloc. No setor automotivo, a Fiat Group comprou as instalações da Tritec, em Campo Largo, num investimento de R$ 250 milhões, para construir a maior fábrica de motores da América do Sul. A Dynapar investiu R$ 6 milhões em Quatro Barras. A Mascarello, encarroçadora de ônibus, construiu uma planta em Cascavel. A empresa japonesa de ferramentas Makita está investindo em Ponta Grossa. No setor de madeira, a Berneck Aglomerados instalou-se em Araucária. A Brasil Robótica investiu R$ 1 milhão em Siqueira Campos.A Petrobras está investindo R$ 7 bilhões na ampliação da Repar, em Araucária. A Klabin investe US$ 850 milhões em Telêmaco Borba. A Perdigão, outros R$ 50 milhões em Castro. A Companhia Providência aplica R$ 110 milhões, e a Nutrimental, outros R$ 20 milhões, ambas em São José dos Pinhais. A Sadia tira do papel investimentos de R$ 200 milhões em Toledo e Paranaguá. A Frimesa aplica R$ 45 milhões em Medianeira. A Corol, mais R$ 30 milhões em Rolândia. Dezenas de outras grandes empresas investem na ampliação de suas instalações no Paraná, casos da Da Granja, na Lapa, da Dixie Toga, em Londrina, da Volvo, em Curitiba, da Spaipa, em Maringá, e da Pratti & Donaduzzi, em Toledo. A Electrolux, em Campo Largo, a Matte Leão e a Megaware, em Fazenda Rio Grande, a Toshiba, em Curitiba, a Coquepar, em Rio Negro, e a Indústria de Sucos e Integrados, em Uraí, também injetam dinheiro para aumentar seus negócios no Estado. O resultado desses investimentos é o crescimento da produção industrial paranaense acima da média nacional. Entre 2003 e 2008, o Paraná registrou 34,3%, ante 25,5% na média brasileira. Em 2008, o Estado obteve mais que o dobro do índice de crescimento nacional (3,1%), chegando a 8,6%. Na comparação entre fevereiro de 2009 e fevereiro de 2008, houve queda da produção industrial (-17%) no Brasil, e alta de 1,5% no Paraná. BALANÇA COMERCIAL — Desde o início de 2003, as exportações do Paraná mais que dobraram. Em 2008, fecharam em US$ 15,247 bilhões, contra US$ 7 bilhões em 2003. “Este resultado é o reflexo das políticas públicas aplicadas no Paraná, voltadas à redução de impostos, atração de investimentos e consolidação de empresas já instaladas no Estado”, disse Virgílio Moreira Filho.O setor cooperativista apresenta grandes resultados. Em 2008, as cooperativas paranaenses exportaram US$ 1,4 bilhão — alta de 37% sobre 2007. O índice supera o crescimento nacional das cooperativas — de 21% — e coloca o Paraná à frente inclusive das cooperativas paulistas, tradicionais líderes em exportações no País.“Todos sabem que a produção de alimentos, somada aos investimentos na produção, diminuição dos juros e ampliação do crédito, será o melhor antídoto para crise. E o Paraná tem um exemplo emblemático: as cooperativas agrícolas”, disse Virgílio.A Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar) divulgou que o setor faturou em 2008 perto de R$ 25 bilhões — 36,9% mais que em 2007. Deste total, o setor agropecuário respondeu por R$ 23 bilhões. “Este crescimento é acompanhado pela geração de empregos. Só no ano passado, o setor gerou 4 mil novas vagas. No conjunto, as cooperativas paranaenses empregam 1,25 milhão de pessoas”, salientou o secretário. INCENTIVOS FISCAIS — Das 234 mil empresas ativas no Paraná, 172 mil micro e pequenas se beneficiam da isenção do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Outras 8 mil têm redução de ICMS, que varia de acordo com o faturamento mensal. Micro, pequenas, médias e grandes empresas paranaenses contam com o diferimento parcial do pagamento do ICMS em operações internas, em que a alíquota do ICMS é reduzida de 18% para 12%.“O Paraná apóia principalmente pequenas e micro empresas e a descentralização industrial, com o Bom Emprego. Mas mantemos um excelente relacionamento com as grandes empresas. Participamos do Conselho do Sebrae, onde estão todas as entidades patronais e, como empresário, faço parte de todas as entidades empresariais do Estado. Portanto, a Secretaria sempre esteve de portas abertas a todos os empresários”, falou Virgílio.