quinta-feira, 23 de abril de 2009

Requião anuncia aumento salarial de 6% ao funcionalismo do Paraná



O governador Roberto Requião anunciou nesta quarta-feira (22) que o Governo do Paraná vai enviar à Assembleia Legislativa projeto de lei estabelecendo reajuste de 6% nos salários do funcionalismo estadual. O projeto será entregue ao Legislativo nesta quinta-feira (23) pelo vice-governador Orlando Pessuti. O percentual, ressaltou Requião, será um pouco maior que a inflação projetada para os últimos 12 meses, que é de 5,2% (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, IPCA).“Nós não queremos que os funcionários públicos do Paraná venham perder aquilo que nós conseguimos melhorar nos últimos anos. O Paraná tem pago salários dignos aos seus professores e aos seus funcionários. Então eu e o vice-governador Pessuti estávamos discutindo por toda essa manhã e chegamos a uma conclusão. Nós vamos dar um aumento um pouco maior que o IPCA. Nós vamos mandar para a Assembleia nesta quinta-feira um projeto de lei concedendo 6% de aumento a todos os servidores do Estado do Paraná”, declarou Requião.O governador explicou que a decisão segue a política de medidas de combate aos efeitos da crise financeira que vêm sendo tomadas pelo Governo do Paraná. “Esse aumento não é fácil de ser concedido, mas faz parte da filosofia do governo, faz parte da nossa condução da política econômica. Em um momento de crise, nós só podemos sair dela se o povo tiver dinheiro para gastar. São mais de 200 mil funcionários públicos, aposentados e ativos, que receberão este aumento. Este reajuste vai para a loja da esquina, para o armazém, vai para a comida, vai lubrificar a circulação das mercadorias e vai nos ajudar na crise de uma forma diferenciada no Paraná”, assinalou.RENDA DO TRABALHADOR - Pessuti observou que, diante da cautela que se deve ter com os efeitos da crise na arrecadação do Estado, o índice de 6% é o percentual viável a ser aplicado nos salários dos servidores. “É aquilo que, neste momento, tanto a nossa arrecadação quanto a legislação do nosso país nos permitem fazer. Mas há de se destacar que estamos fazendo além do que muitos outros Estados. É uma demonstração de que nosso governo busca, pelo menos, repor as perdas salariais, sempre dar alguma coisa a mais, porque o nosso compromisso é com a renda do trabalhador, por isso é que temos o maior piso salarial do país.”De acordo com cálculos da Secretaria da Administração, do Planejamento e da Fazenda, o reajuste de 6% nos salários do funcionalismo público do Paraná vai significar um incremento de até R$ 35,9 milhões mensais na folha de pagamento. A folha mensal - que inclui salários dos ativos, aposentadorias e pensões - está em torno de R$ 584,9 milhões/mês. “Fizemos e estamos fazendo um grande esforço, um trabalho minucioso, para que, como nos últimos dois anos, o Governo do Paraná possa também em 2009 aplicar o reajuste geral nos salários dos servidores, dentro das limitações orçamentárias e financeiras e da restrições legais”, observa a secretária da Administração e da Previdência, Maria Marta Lunardon.
Fonte : Agência Estadual de notícias do Governo do Paraná

segunda-feira, 20 de abril de 2009

PREFEITA DE SG - RESPONDE POR IRREGULARIDADES



Aparecida Panisset é notificada 98 vezes pelo TCE por irregularidades

Anderson Carvalho

Como se não bastasse a prefeita de São Gonçalo, Aparecida Panisset (PDT), ter tido as prestações de contas dos anos de 2005 (quando assumiu o primeiro mandato), 2006 e 2007, rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), seu nome aparece em outros 98 processos abertos pelo órgão. Muitos dos que foram encontrados em pesquisa feita pela reportagem no site do TCE-RJ (www.tce-rj.gov.br) são relativos a compras supostamente superfaturadas, irregularidades em licitações e contratos para locação de imóveis. Em todos, a prefeita pediu prorrogação do prazo para apresentar defesa.
O processo mais recente - de número 201795-8, de 5 de março passado -, trata de cobrança de explicações ao governo municipal sobre locação de imóvel na Rua Coronel Rodrigues, no Centro, no valor de R$ 132.366, sem licitação. O processo original, de número 270.954-9, começou em 22 de julho de 2002 e o julgamento foi em 4 de novembro do ano passado. Segundo a sentença do TCE, não foi feita avaliação prévia do imóvel nem justificado o preço contratado.
Outro caso é o processo 204298-1, também de 5 de março, que trata do processo original 270.462-0, de março de 2004, é um termo de ajuste de contas com o INSS no valor de R$ 87.730,41, através da Fundação Municipal de Saúde. O julgamento foi em 2 de setembro de 2008.
Em 18 de fevereiro passado, o TCE divulgou lista com 12 processos contra Panisset, cujas notificações ocorreram entre 16 e 18 de dezembro de 2008. A prefeita tinha 30 dias para apresentar defesa. Em três processos, a pedetista recebeu multas, que somadas, chegam a 6 mil UFIRJ, que equivalem a R$ 69.739,200 para pagar do próprio bolso.
A prestação de contas referente a 2005 foi rejeitada porque a prefeita aplicou apenas 24% da receita em educação, quando o mínimo determinado pela Constituição Federal é de 25%; pela aplicação de royalties do petróleo no pagamento de dívidas, no valor de R$ 8.062,53, contrariando a legislação e abertura de créditos adicionais sem indicar a fonte de recursos.
Já a prestação de 2006 foi rejeitada devido à abertura de créditos adicionais por lei, ao invés de decreto-lei, sem autorização, abertura de créditos apresentando superávit financeiro de R$ 6,2 milhões, quando em 2005 houve déficit de R$ 5,4 milhões e abertura de créditos por excesso de arrecadação, no total de R$ 23,7 milhões, quando houve déficit de arrecadação de R$ 15,7 milhões. Na ocasião, Panisset foi multada em 22 mil UFIRs (equivale a R$ 26.541,88).
A prestação de 2007 foi rejeitada devido à apresentação de suposto superávit financeiro no valor de R$ 28,6 milhões, quando na verdade houve déficit de R$ 19,8 milhões, além de excesso de arrecadação de R$ 24,6, quando houve déficit no setor de R$ 11,9 milhões na abertura de créditos adicionais.
A vereadora Iza Deolinda (PMDB) reclama da falta de transparência da Prefeitura.
"Tudo indica que as contas de 2008 também serão rejeitadas", previu. "Panisset conduz a Prefeitura como um comércio, sem prestar contas", acrescenta o ex-aliado Ricardo Pericar (PDT).
Procurada, a prefeita não deu resposta até o fechamento da edição.
Contratos investigados
Entre os principais processos contra Panisset estão os que motivaram notificações no final de dezembro. O primeiro é sobre locação não paga de imóvel no bairro de Santa Catarina, em fevereiro de 2005, no valor de R$ 2.283,31. O segundo foi o contrato com a Resol Engenharia, para consultoria técnica sobre o aterro sanitário de Itaoca, no valor de R$ 325.677,36, em 2003. O terceiro é referente à contratação de empresa Power Construções para a construção de escola, no valor de R$ 1.469.548,90, também em 2003.
Houve ainda um contrato da Rufolo Prestação de Serviços, para execução de limpeza, de janeiro a junho de 2005, sem licitação, ao contrário do que determina a lei, no valor de R$ 1.475.366,88. A prefeita apresentou defesa. Houve outro, iniciado em janeiro de 2005 e julgado em setembro de 2008, sobre contratação da empresa Via Norte para construção de áreas de lazer e quadras esportivas no Mutondo. Panisset foi multada em 3 mil UFIR (equivalente a R$ 5.919).

Fonte : O Fluminense

Aumento salarial vai onerar Previdência em 7 bi


O aumento do salário mínimo nacional previsto para 2010 já é alvo de projeções sobre impactos econômicos. De acordo com o anúncio inicial o salário deve passar para R$ 506,43, com isso as contas da previdência social, por exemplo, devem ter um aumento de R$ 7,2 bilhões. O estudo sobre o impacto foi divulgado hoje (20) pelo secretário de Políticas de Previdência Social, Helmut Schwarzer. O aumento nos gastos, previsto para 2010, representa um preocupação, já que o órgão começou o ano com resultados negativos. A arrecadação foi menor que a despesa, assim o déficit foi de R$ 12,093 bilhões.


Theives Andrade (CGN) a agência

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Informação de Saúde aos usuários e à Imprensa:

SAÚDE DIVULGA ESQUEMA DAS EMERGÊNCIAS DA
REDE MUNICIPAL PARA O FERIADÃO DE TIRADENTES

Hospitais, unidades de urgência e policlínicas municipais que atendem com serviços de pronto-atendimento 24 horas, em Niterói, vão ter suas equipes reforçadas por conta do feriado prolongado de 21 de Abril – Tiradentes. O Hospital Municipal Carlos Tortelly, o antigo CPN, na Região do Centro; e a Unidade Municipal de Urgência Mario Monteiro, na Região Oceânica, manterão suas equipes mobilizadas da meia-noite deste sábado, dia 18, à zero hora da quarta-feira, dia 22. Na Zona Norte, a Policlínica Regional da Engenhoca, e, na Região de Pendotiba, o Serviço de Pronto Atendimento Francisco Pimentel, no Largo da Batalha, vão funcionar com reforço de equipes durante 24 horas.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) vai operar com 18 ambulâncias para atender a Região Metropolitana II, sendo cinco para Niterói. “A secretaria está mobilizada para o feriadão. O Samu, por sua vez, vai manter em prontidão UTIs móveis, unidades de suporte básico e ambulâncias da frota convencional, buscando sempre diminuir o tempo de resposta aos chamados”, explica o médico Gustavo Arcos Campos, novo coordenador do Samu Metro II.

ATENDIMENTO DE EMERGÊNCIA

Hospital Municipal Carlos Tortelly
(ex-Centro Previdenciário de Niterói)
Rua Desembargador Athayde Parreiras, 266 - Bairro de Fátima
Tel.: 2729 - 9300 / 2729 – 9355

Emergência psiquiátrica: H P J.
Hospital Psiquiátrico de Jurujuba (24 horas)
Avenida Quintino Bocaiúva s/n° - Jurujuba
Tel.: 2711-3166 (Emergência) 2714-8856

Emergência do Aparelho Digestivo:
Hospital Orêncio de Freitas (24 horas)
Avenida Machado, s/n - Barreto
Tel.: 2620-3434 / 2620-5157

Emergência Infantil:
Hospital Getúlio Vargas Filho – (24 horas)
Rua Teixeira de Freitas, s/nº - Fonseca
Tel.: 2627 – 1535 / 2627 - 1543

Unidade Municipal de Urgência Dr. Mário Monteiro (Umam)
Estrada Francisco da Cruz Nunes Filho, s/n° - Piratininga.
Tel.: 2619-2613 / 4771

Maternidade Municipal Alzira Reis Vieira Ferreira
Avenida Carlos Ermelindo Marins, s/nº
Tel.: 3611-0107

Serviço de Atendimento Móvel de Urgência SAMU – 192
Rua Athayde Parreiras, 266 – Centro
Tel.: 2722-2873

À Imprensa: mais informações com o Coordenador Regional do Samu, médico Gustavo Arcos Campos, pelos tels.: (21) 2722-2873 (Administração do Samu) ou 9721-2063.





ASCOM / FMS
2717-7831 / 2620-2926
ascom@saude.niteroi.rj.gov.br

terça-feira, 14 de abril de 2009

Indústria do Paraná cresce acima da média e Estado bate recordes em geração de empregos -



A produção industrial do Paraná cresceu 34,23% entre janeiro de 2003 e dezembro de 2008 — quase dez pontos percentuais acima da média nacional, de 25,5%. Nesse período, mais de 270 mil novas empresas se instalaram no Estado, que criou 581.138 novos empregos formais até fevereiro de 2009. O agronegócio e as exportações quase dobraram desde janeiro de 2003. Ainda assim, para o economista Gilmar Mendes Lourenço, entrevistado pela Gazeta do Povo, o Paraná “perdeu a locomotiva do crescimento”.“É um absurdo um professor de economia do Paraná não saber quais os investimentos e ações do Governo do Estado, e quais os resultados disso. Como economista, ele tem a obrigação de saber que, de 2006 até agora, quase todo os meses batemos recordes de produção industrial e em vendas no comércio varejista, conforme dados divulgados pelo IBGE”, disse o secretário da Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul, Virgílio Moreira Filho.Na entrevista, Lourenço, que é coordenador do curso de Economia da FAE, afirmou que “a gestão de Requião não atraiu nenhum investimento significativo nos últimos anos”, e que se trata de “um governo truculento, com viés de antinegociação”. “A instalação de milhares de empresas, que geram empregos e desenvolvimento para o Paraná, é fruto da articulação técnica e política do governador Roberto Requião e das secretarias de Estado, que criam um cenário ideal para a atração de empresas”, contestou o secretário do Planejamento, Ênio Verri.“Antes de se decidir pelo Paraná, essas empresas comparam o Estado com outros em termos de qualificação de mão-de-obra, localização estratégica, incentivos e diálogo entre Governo e setor empresarial. O nosso Governo tem atraído empresas de renome nacional e internacional. Somadas às micro e pequenas empresas, elas têm feito a diferença no crescimento do Estado em relação à média nacional”, argumentou. “Tudo isso mostra que a nossa relação com o setor empresarial é muito positiva, que as empresas se sentem seguras ao se implantarem no Estado e contribuem para o aumento da arrecadação de impostos, geração de empregos e, principalmente, com o desenvolvimento do Paraná, conforme apontam os dados publicados pela própria Gazeta do Povo”, reiterou Verri.“As declarações de Lourenço expressam uma opinião pessoal, ideológica, e não a avaliação de dados, de números”, falou o secretário do Planejamento. “Afinal, as reportagens publicadas pela Gazeta mostram que o Estado reduziu a pobreza, realizou grandes investimentos sociais e tem o melhor índice de educação do Brasil. Portanto, necessariamente, é um Estado que gera mais emprego, atrai capital produtivo e, na média, é diferente e mais atraente para as empresas”, argumentou.NOVAS EMPRESAS — Dados da Secretaria de Estado da Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul apontam que, entre janeiro de 2003 e dezembro de 2008, 272.627 novas empresas se instalaram no Paraná. Só em 2008, foram 53.087, a maioria micro e pequenos negócios, 69% dos quais no interior do Estado. O programa Bom Emprego, do Governo do Paraná, é uma das grandes ferramentas de incentivo à instalação de novas empresas em áreas com menor Índice de Desenvolvimento Humano. O Bom Emprego já beneficiou 89 empresas em 42 municípios. Os benefícios concedidos somam R$ 3,24 bilhões. Os investimentos das empresas que participam do programa alcançaram R$ 3 bilhões, com a criação de 16 mil empregos diretos e 48 mil indiretos. Os fatos também desmentem a opinião carregada de ideologia e carente de embasamento de Gilmar Mendes Lourenço. A Bitway, terceira maior fábrica de computadores do Brasil, investiu R$ 10 milhões em Piraquara. A CCE/Digibrás e a Visum se instalaram em Curitiba. A Icom/Intelbras montou fábrica em São José dos Pinhais. Em Campo Largo, está a Sig Combibloc. No setor automotivo, a Fiat Group comprou as instalações da Tritec, em Campo Largo, num investimento de R$ 250 milhões, para construir a maior fábrica de motores da América do Sul. A Dynapar investiu R$ 6 milhões em Quatro Barras. A Mascarello, encarroçadora de ônibus, construiu uma planta em Cascavel. A empresa japonesa de ferramentas Makita está investindo em Ponta Grossa. No setor de madeira, a Berneck Aglomerados instalou-se em Araucária. A Brasil Robótica investiu R$ 1 milhão em Siqueira Campos.A Petrobras está investindo R$ 7 bilhões na ampliação da Repar, em Araucária. A Klabin investe US$ 850 milhões em Telêmaco Borba. A Perdigão, outros R$ 50 milhões em Castro. A Companhia Providência aplica R$ 110 milhões, e a Nutrimental, outros R$ 20 milhões, ambas em São José dos Pinhais. A Sadia tira do papel investimentos de R$ 200 milhões em Toledo e Paranaguá. A Frimesa aplica R$ 45 milhões em Medianeira. A Corol, mais R$ 30 milhões em Rolândia. Dezenas de outras grandes empresas investem na ampliação de suas instalações no Paraná, casos da Da Granja, na Lapa, da Dixie Toga, em Londrina, da Volvo, em Curitiba, da Spaipa, em Maringá, e da Pratti & Donaduzzi, em Toledo. A Electrolux, em Campo Largo, a Matte Leão e a Megaware, em Fazenda Rio Grande, a Toshiba, em Curitiba, a Coquepar, em Rio Negro, e a Indústria de Sucos e Integrados, em Uraí, também injetam dinheiro para aumentar seus negócios no Estado. O resultado desses investimentos é o crescimento da produção industrial paranaense acima da média nacional. Entre 2003 e 2008, o Paraná registrou 34,3%, ante 25,5% na média brasileira. Em 2008, o Estado obteve mais que o dobro do índice de crescimento nacional (3,1%), chegando a 8,6%. Na comparação entre fevereiro de 2009 e fevereiro de 2008, houve queda da produção industrial (-17%) no Brasil, e alta de 1,5% no Paraná. BALANÇA COMERCIAL — Desde o início de 2003, as exportações do Paraná mais que dobraram. Em 2008, fecharam em US$ 15,247 bilhões, contra US$ 7 bilhões em 2003. “Este resultado é o reflexo das políticas públicas aplicadas no Paraná, voltadas à redução de impostos, atração de investimentos e consolidação de empresas já instaladas no Estado”, disse Virgílio Moreira Filho.O setor cooperativista apresenta grandes resultados. Em 2008, as cooperativas paranaenses exportaram US$ 1,4 bilhão — alta de 37% sobre 2007. O índice supera o crescimento nacional das cooperativas — de 21% — e coloca o Paraná à frente inclusive das cooperativas paulistas, tradicionais líderes em exportações no País.“Todos sabem que a produção de alimentos, somada aos investimentos na produção, diminuição dos juros e ampliação do crédito, será o melhor antídoto para crise. E o Paraná tem um exemplo emblemático: as cooperativas agrícolas”, disse Virgílio.A Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar) divulgou que o setor faturou em 2008 perto de R$ 25 bilhões — 36,9% mais que em 2007. Deste total, o setor agropecuário respondeu por R$ 23 bilhões. “Este crescimento é acompanhado pela geração de empregos. Só no ano passado, o setor gerou 4 mil novas vagas. No conjunto, as cooperativas paranaenses empregam 1,25 milhão de pessoas”, salientou o secretário. INCENTIVOS FISCAIS — Das 234 mil empresas ativas no Paraná, 172 mil micro e pequenas se beneficiam da isenção do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Outras 8 mil têm redução de ICMS, que varia de acordo com o faturamento mensal. Micro, pequenas, médias e grandes empresas paranaenses contam com o diferimento parcial do pagamento do ICMS em operações internas, em que a alíquota do ICMS é reduzida de 18% para 12%.“O Paraná apóia principalmente pequenas e micro empresas e a descentralização industrial, com o Bom Emprego. Mas mantemos um excelente relacionamento com as grandes empresas. Participamos do Conselho do Sebrae, onde estão todas as entidades patronais e, como empresário, faço parte de todas as entidades empresariais do Estado. Portanto, a Secretaria sempre esteve de portas abertas a todos os empresários”, falou Virgílio.

domingo, 12 de abril de 2009

Lula: prefeituras não estavam preparadas para o PAC




RECIFE - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje, no Recife, que as prefeituras não estavam preparadas nem tinham projeto quando o governo federal lançou o Programa de Aceleração de Crescimento (PAC) e anunciou que iria fazer o mais poderoso investimento na área de saneamento básico e habitação popular. "Ou seja, todo mundo fazia campanha dizendo que ia acabar com as favelas, mas ninguém tinha projeto", afirmou em entrevista coletiva à imprensa depois de participar do velório do deputado federal Carlos Wilson Campos (PT-PE), no Palácio do Campo das Princesas, em Recife.Ao lado do governador Eduardo Campos (PSB), o presidente avaliou que a máquina pública foi preparada para fiscalizar e não para executar, porque o Brasil estava desabituado a fazer obras de infraestrutura. "Tem mais gente para fiscalizar as coisas que você faz do que gente para fazer, porque durante muitas décadas nós não investimos em infraestrutura, os Estados não podiam investir e nós fomos criando órgãos de fiscalização". "Hoje temos grandes instrumentos de fiscalização e menos gestores para gerar obras públicas porque as pessoas desaprenderam", afirmou o presidente."O Brasil era o seguinte: os bancos públicos tinham desaprendido a emprestar dinheiro; o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) foi durante dez anos preparado apenas para privatizar e não para emprestar", complementou. Para ele, "um bom projeto faz o dinheiro". "Se tiver o dinheiro e não tiver o projeto, não acontece nada", observou, ao defender que "hoje todas as prefeituras, todos os governadores e o governo federal estão muito mais preparados para apresentar prateleiras de projetos". Segundo Lula, "quem vier depois de nós vai ter muito mais facilidade do que nós tivemos" porque os ministérios e as secretarias ligadas à área de infraestrutura vão ter projetos prontos.Disposto a superar os entraves para poder inaugurar as obras do PAC dentro do programado, em 2010, ele lamentou que Carlos Wilson, seu amigo pessoal, não esteja vivo no ano que vem "para participar de inaugurações de grandes coisas que ele ajudou a construir".O presidente afirmou que o político "deixa um exemplo de companheirismo, lealdade e solidariedade". Ele soube da sua morte hoje de manhã e decidiu ir ao Recife "pela relação histórica" que manteve com Carlos Wilson, que conheceu em 1989. Na campanha presidencial daquele ano, Carlos Wilson era vice do governador Miguel Arraes. "Eu vim pedir o apoio dele e estabelecemos uma relação de amizade muito importante". Lula chegou ao Palácio do Campo das Princesas às 14h35, onde passou pouco mais de uma hora. Em seguida, viajou para São Paulo, para o velório de outro amigo e deputado federal, João Hermann (PDT-SP).


Fonte : Angela Lacerda - Agência Estado

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Percussionista curitibano se apresenta no Museu de Arte Contemporânea



Percussionista curitibano se apresenta no Museu de Arte Contemporânea
O percussionista curitibano Ricardo Janotto apresenta o espetáculo Ceramic Duo nesta terça-feira (14), às 18h30, no Museu de Arte Contemporânea do Paraná – MAC (Rua Emiliano Perneta, 29). O recital instrumental faz parte do projeto Música nos Museus, da Secretaria estadual da Cultura, que tem por objetivo levar uma atração musical paranaense, a cada mês, em diferentes espaços de exposição. Neste show, com entrada franca, Janotto vai interpretar músicas próprias e clássicos da MPB – como “Samba e Amor” e “O Trenzinho do Caipira” -, adaptados para instrumentos de cerâmica como o ceramofone, moringa, xícaras entre outros da mesma matéria-prima.Considerado um dos maiores percussionistas paranaenses da atualidade, Ricardo Janotto é requisitado pelos principais artistas e grupos de música do Paraná. Há alguns anos vem solidificando uma carreira internacional tendo promovido workshops e se apresentado em palcos de países como Itália, Inglaterra, França, Suíça, Nova Zelândia e Estados Unidos. A proposta do instrumentista para o projeto Música nos Museus é mostrar ao público curitibano um repertório pessoal intercalado com algumas músicas de compositores consagrados como Villa-Lobos e Chico Buarque.Janotto, que no início de sua carreira era chamado de Ricardo ô Rosinha, está entusiasmado com sua apresentação. “O fato de fazer um show dentro do Museu de Arte Contemporânea é muito significativo e traz uma responsabilidade musical muito grande. Desta forma o repertório que escolhi busca estar integrado com as obras de arte que estão expostas. E, como a linguagem delas é contemporânea, busquei arranjos que tivessem uma sintonia entre o museu e a sonoridade dos instrumentos”.MÚSICA NOS MUSEUS - O programa Música nos Museus é um projeto da Secretaria de Estado da Cultura que mensalmente apresenta uma atração musical do Paraná em seus espaços de exposição. A idéia é contemplar todos os gêneros musicais buscando como critério principal a qualidade dos instrumentistas paranaenses.Para a secretária de Cultura, Vera Mussi, essa é uma oportunidade de reunir num só espaço música e arte. “O programa Música nos Museus quer trabalhar a excelência dos instrumentistas do nosso estado em espaços não-convencionais para espetáculos musicais. Assim podemos aproximar o público dessas duas linguagens artísticas numa ação de integração cultural”, finaliza.Serviço:Música nos Museus: Espetáculo Ceramic Duo. Apresentação do músico Ricardo Janotto.Única apresentação nesta terça-feira (14), às 18h30, no Museu de Arte Contemporânea - MAC (Rua Emiliano Perneta, 29). Entrada franca.SUGESTÃO DE BOXPrograma Musical1. Ceramo (Ricardo Janotto)2. Samba e Amor – (Chico Buarque)3. Xícaras e Chá - (Ricardo Janotto)4. Raspado - (Ricardo Janotto)5. O Trenzinho do Caipira (Villa Lobos)