O PSD (Partido Social Democrático) que já se mostra como uma das 4 maiores forças políticas do país e também do estado começa a ser organizado também em Niterói. Em reunião realizada nesta segunda feira com o ex deputado federal e ex candidato a Vice Presidente da Republica Indio da Costa e o ex-Secretário de Projetos especiais de Niterói Paulo Cerri, responsáveis pela fundação do partido no estado, ficaram definidos os coordenadores responsáveis pela organização da legenda na cidade. Roberto Catarino( Ex-Presidente do PRB), Emmanuel Nazareno, Leonardo Saramago Pinheiro serão os responsáveis pela organização do partido para as eleições municipais de 2012.
terça-feira, 5 de julho de 2011
PSD EM NITERÓI
O PSD (Partido Social Democrático) que já se mostra como uma das 4 maiores forças políticas do país e também do estado começa a ser organizado também em Niterói. Em reunião realizada nesta segunda feira com o ex deputado federal e ex candidato a Vice Presidente da Republica Indio da Costa e o ex-Secretário de Projetos especiais de Niterói Paulo Cerri, responsáveis pela fundação do partido no estado, ficaram definidos os coordenadores responsáveis pela organização da legenda na cidade. Roberto Catarino( Ex-Presidente do PRB), Emmanuel Nazareno, Leonardo Saramago Pinheiro serão os responsáveis pela organização do partido para as eleições municipais de 2012.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Papa cria nova diocese para o Brasil

Bento XVI anunciou nesta quarta-feira (1º), a criação da diocese de Naviraí, no Mato Grosso do Sul, e nomeou seu primeiro bispo, o padre Ettore Dotti, da Congregação da Sagrada Família (CSF).
Depois do anúncio do papa, a diocese de Dourados (MS), o Regional Oeste 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) , que abrange todo o Estado do Mato Grosso do Sul, passa a ter sete dioceses.
Monsenhor Ettore Dotti é vigário regional da Congregação e ecônomo da Região Brasileira, pároco da paróquia Bom Pastor, em Serrinha (BA), membro do Conselho Presbiteral e do Colégio de Consultores da diocese de Serrinha.
Dom Ettore nasceu em 1° de janeiro de 1961 na cidade de Palosco (Bergamo), Itália. Entrou na Congregação da Sagrada Família de em sua cidade e emitiu os votos religiosos em 19 de março de 1993.
Depois de estudar Filosofia e Teologia, foi ordenado em 1994, e no ano seguinte, foi enviado como missionário ao Brasil. Esteve em Osasco e Itapeví (SP), Peabiru, Campo Mourão e Curitiba (PR), e desde o ano passado encontrava-se na Diocese de Serrinha, na Bahia.
A nova Diocese de Naviraí tem 267.356 habitantes, dos quais 197.000 são católicos. Existem 19 paróquias e 27 sacerdotes diocesanos.
Os municípios da nova circunscrição serão 19: Naviraí, Anaurilândia, Angélica, Bataguassu, Batayporã, Eldorado, Iguatemi, Itaquiraí, Ivinheira, Japorã, Jataí, Juti, Mundo Novo, Nova Andradina, Novo Horizonte do Sul, Paranhos, Sete Quedas, Tacuru e Taquarussu.
Informações: CNBB
domingo, 31 de outubro de 2010
DILMA VENCE A SERRINHA

Dilma vence eleição e será 1a presidente mulher do país
Dilma Rousseff (PT) confirmou o favoritismo apontado pelas pesquisas e foi eleita neste domingo presidente da República, a primeira mulher escolhida para ocupar o cargo mais alto do país.
"Estou muito feliz, agradeço aos brasileiros e às brasileiras por esse momento e prometo honrar a confiança que depositaram em mim", disse Dilma rapidamente a jornalista dentro do carro, antes de se dirigir a um hotel em Brasília.
Com 100% por cento da apuração concluída, Dilma tinha 56,00 por cento dos votos válidos contra 44,00 por cento de José Serra (PSDB), segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Escolhida pessoalmente pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para disputar sua sucessão, a estreante em disputas eleitorais foi impulsionada pela altíssima popularidade do atual mandatário, beneficiado pelo bom momento econômico do Brasil e melhoria de vida de milhões de pessoas nos últimos oito anos.
Na véspera da eleição, a candidata deixou claro que sabe muito bem quem merece a maior parte do crédito por sua vitória.
Em seu último ato de campanha, em Belo Horizonte, sua terra natal, Dilma afirmou que "não há ninguém que vai me separar do presidente Lula". E, para preocupação de alguns quanto ao grau de ingerência do presidente na próxima administração, completou: "Lula estará sempre presente no meu governo."
Com um patamar de 80 por cento de popularidade e aprovação de governo, Lula conseguiu o que alguns analistas duvidavam, devido, entre outros motivos, à falta de carisma e de experiência eleitoral de Dilma.
No ano passado, a então presidente do Chile, Michelle Bachelet, com patamares de popularidade de mais de 70 por cento, não conseguiu fazer seu sucessor. O ex-presidente Eduardo Frei, apoiado por ela, perdeu para o oposicionista Sebastián Piñera.
A vitória de Dilma, no entanto, acabou se mostrando muito mais difícil do que indicavam as pesquisas, que ela liderou durante várias semanas com margem suficiente para vencer no primeiro turno.
Mas a campanha petista não percebeu os estragos que estavam sendo causados na candidatura os boatos, rumores e mentiras que circulavam abundantemente na Internet. E, nos últimos dias antes do primeiro turno, o ataque aberto ao PT e a Dilma por lideranças católicas e evangélicas durante missas e cultos.
Sem falar no crescimento de Marina Silva (PV), em parte pela questão religiosa, mas também pelo descontentamento com os escândalos de corrupção no governo Lula.
O baque por não ter sido eleita no dia 3 fez com que Dilma começasse a campanha do segundo turno patinando. Já Serra, embalado por ter conseguido levar o jogo para a prorrogação, cresceu com força nos primeiros dias na nova etapa.
Passado o impacto inicial, porém, somado a uma reação na batalha da Internet e na busca pelo voto religioso, a petista conseguiu equilibrar as coisas. Como havia obtido no primeiro turno 46,9 por cento dos votos válidos, tinha tarefa bem mais simples do que Serra, que somara apenas 32,6 por cento.
A neutralidade de Marina no segundo turno também acabou beneficiando mais Dilma, que já estava na frente.
Ainda assim, ao contrário do primeiro turno, dessa vez a cautela guiou a campanha petista até a última hora, apesar da diferença nas pesquisas pró-Dilma vir se mantendo confortavelmente estável há dez dias.
Com a vitória de Dilma, o PT chega ao terceiro mandato consecutivo na Presidência da República. Nos últimos dias, Serra vinha apontando para a alternância de poder como uma das "belezas da democracia". Não foi desta vez.
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Vox Populi: Dilma tem 51%, Serra tem 39% e indecisos somam 4%

Em novo levantamento, petista sobe 3 pontos, tucano cai 1 ponto e indecisos recuam 2 pontos
Ricardo Galhardo, iG São Paulo | 19/10/2010 05:00
Mudar o tamanho da letra: A+ A- Pesquisa Vox Populi/iG divulgada nesta terça-feira mostra que a vantagem da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, em relação ao tucano José Serra aumentou para 12 pontos percentuais. Segundo o Vox Populi, Dilma tem 51% contra 39% de Serra. Na última pesquisa, realizada nos dias 10 e 11 de outubro, a vantagem era de 8 pontos (Dilma tinha 48% e Serra 40%). Os votos brancos e nulos permaneceram em 6% e os indecisos passaram de 6% para 4%.
Saiba mais
Veja a evolução das pesquisas nesta eleição
Compare o desempenho de Dilma e Serra no Twitter
Se forem considerados apenas os votos válidos (sem os brancos, nulos e indecisos) a vantagem subiu de 8 para 14 pontos. Dilma tinha 54% e passou para 57%. Serra caiu de 46% para 43%. A margem de erro da pesquisa é de 1,8 ponto percentual para mais ou para menos.
A candidata do PT tem o melhor desempenho na região Nordeste, onde ganha por 65% a 28%. Já Serra leva a melhor no Sul, onde tem 50% contra 41% da petista. No Sudeste, que concentra a maior parte dos eleitores, Dilma tem 47% contra 40% do tucano.
O Vox Populi ouviu 3 mil eleitores entre os dias 15 e 17 de outubro. Os resultados, portanto, não consideram o impacto do debate realizado pela Rede TV no último domingo, nem a entrevista concedida por Dilma ao Jornal Nacional ontem à noite. A pesquisa foi registrada junto ao Tribunal Superior Eleitoral com o número 36.193/10.
Recortes
Depois de toda a polêmica envolvendo temas religiosos como o aborto, Serra atingiu 44% entre os entrevistados que se declararam evangélicos. Dilma tem 42%. Entre os que se declararam ateus, Dilma vence por 49% a 36%.
Entre os católicos praticantes Dilma tem 54% contra 37% do tucano. No segmento dos católicos não praticantes a petista consegue seu melhor desempenho, 55% contra 37% de Serra.
A petista ganha em todas faixas etárias. Já no recorte que leva em conta a escolaridade dos pesquisados, Serra vence entre os que tem nível superior por 47% a 40% da petista. No eleitorado com até a 4ª série do ensino fundamental Dilma tem 55% contra 38% do tucano.
Serra também vai melhor entre o eleitorado com mais renda. Entre os que declararam ganhar mais de cinco salários mínimos, ele tem 44% contra 42% da petista. Dilma tem seu melhor desempenho entre os mais pobres, que ganham até um salário mínimo, 61% a 31%.
Embora seja mulher Dilma tem índices melhores entre os homens. Conforme o levantamento ela tem 54% contra 38% de Serra no eleitorado masculino e 48% contra 40% do tucano no eleitorado feminino.
No recorte que leva em consideração a cor da pela Dilma atinge 59% entre os entrevistados que se declararam negros contra 29% de Serra. Entre os brancos, a petista tem 45% contra 44% do tucano.
Segundo o Vox Populi, 89% dos entrevistados disseram estar decididos enquanto 9% admitiram que ainda podem mudar de ideia. Entre os eleitores de Dilma a consolidação do voto é maior, 93%. No eleitorado de Serra, 89% disseram que estão decididos.
sábado, 4 de setembro de 2010
No Rio, a disputa mais animada é pelo Senado

Nem Dilma, nem Serra; nem Sergio Cabral, nem Fernando Gabeira. A disputa que tem animado as rodas de conversa no Rio de Janeiro é a que se estabeleceu entre os quatro candidatos ao Senado mais bem colocados nas pesquisas: Marcelo Crivella (PRB), que tenta a reeleição, o ex-prefeito do Rio Cesar Maia (DEM), o ex-cara-pintada, ex-deputado federal e ex-prefeito de Nova Iguaçu Lindberg Farias (PT) e o deputado estadual Jorge Picciani (PMDB). As últimas pesquisas mostram Crivella e Cesar em declínio e Lindberg e Picciani em ascensão, o que embola ainda mais a situação.
O interesse que essas candidaturas despertam não se deve apenas ao fato de as eleições majoritárias estarem caminhando a passos largos para a definição em primeiro turno. Essa eleição é diferente das anteriores porque os quatro candidatos são figuras marcantes no cenário político do Rio. O líder da pesquisa Datafolha, Marcello Crivella, tem 37% das intenções de voto. Foi eleito em 2002 pelo PL, junto com Sérgio Cabral (que deixou o Senado para concorrer ao governo estadual em 2006) e é, ao mesmo tempo, dono de uma intensa rejeição por causa de sua ligação com a Igreja Universal do Reino de Deus.
Cesar Maia, do DEM, está em segundo lugar, com 32%. Mandou na cidade do Rio de Janeiro por 16 anos. Ganhou projeção nacional pela boa gestão no primeiro mandato e, depois, por polêmicas barulhentas, como os problemas na organização dos Jogos Panamericanos de 2007 e a construção da Cidade da Música, que consumiu meio bilhão de reais e não ficou pronta. Desde que deixou a prefeitura, Cesar dá palpites na vida municipal, estadual, nacional e até internacional através do “ex-blog”, uma newsletter enviada por email aos assinantes.
Briga até a eleição – Lindberg Farias frequenta o noticiário desde o início dos anos 1990, quando foi presidente da UNE e um dos líderes do movimento dos caras-pintadas. Bonitão e vaidoso, foi prefeito de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, mas gosta mesmo é do Leblon, onde mora numa cobertura de frente para o mar. Na atual eleição, queria ser candidato do PT ao governo. Teve que se conformar com a disputa por uma das duas vagas ao Senado para que seu partido pudesse apoiar Sérgio Cabral.
O governador, por sua vez, embora peça votos para Lindberg, gosta mesmo é de Jorge Picciani, peça fundamental em sua arquitetura política, apresentado como grande parceiro no programa do horário eleitoral gratuito. Picciani está na rabeira das intenções de voto entre os quatro primeiros colocados nas pesquisas. Tem 16% no último Datafolha. Mas começa a reagir, depois que o PMDB intensificou o apoio ao candidato no horário gratuito.
Como o percentual de eleitores que ainda não escolheram seus candidatos é de 70%, a briga vai continuar animada até a eleição.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Crivella quer investir na formação profissional

Candidato à reeleição ao Senado, Marcelo Crivella (PRB-RJ), anunciou na noite de segunda-feira (2), que pretende investir na criação de uma extensão da Universidade Federal Fluminense (UFF) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) para qualificação da população. Gás. Segundo o parlamentar, a intenção é formar mão-de-obra especializada em São Gonçalo e região por causa das obras do Porto de Itaoca e do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj).
“É perfeitamente possível viabilizar esse projeto. Temos 10 milhões para investir em emendas e mais 20 milhões da bancada do Rio para trabalharmos com essa criação. Não se trata de política de campanha, é uma meta totalmente possível”, reforçou Crivella. ...
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Serra e Dilma intensificam críticas

Apesar das promessas do PT e do PSDB de que campanha eleitoral não seria negativista, os presidenciáveis José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) têm pontuado discursos e entrevistas com ataques diretos e insinuações que relacionam os adversários a riscos de retrocessos sociais, econômicos e institucionais.
Ontem, Dilma acusou Serra de baixar o nível da campanha, além de estar por trás dos ataques promovidos por seu companheiro de chapa, Índio da Costa (DEM). Foi uma resposta à reprodução feita pelo tucano, em encontro com cerca de 400 empresários, de frase do líder dos sem-terra João Pedro Stédile, segundo a qual em caso de eventual vitória da petista haveria aumento das invasões no campo.
Os dois presidenciáveis têm ajustado o discurso de acordo com a plateia, não apenas ao fazer promessas, mas também ao relacionar o adversário a questões controversas.
O principal foco dos tucanos tem sido vincular o PT a supostos atos ilegais ou clandestinos, como invasões de terras, conexões com a guerrilha colombiana, loteamento do Estado e violação de sigilo fiscal. O vice de Serra, por exemplo, vinculou os petistas às Farc. Na segunda-feira, esse tema serviu para o próprio Serra investir contra a política externa de Lula e seu apoio ao presidente da Venezuela, Hugo Chávez. "Até as árvores da floresta amazônica sabem que as Farc se abrigam na Venezuela", afirmou Serra, para quem Chávez é uma "ameaça" à paz regional.
Medo. Ontem no Recife, Dilma contra-atacou. "Vamos vencer o medo que eles tentam espalhar, com a competência, com o crescimento econômico, com o Bolsa-Família. Vamos vencer as ameaças de terror porque temos hoje um patrimônio que é de toda a população brasileira, que é o governo Lula", afirmou à noite.
Os petistas também não perdem a oportunidade de apontar nos adversários a intenção velada de desmontar o aparato social do governo Lula e de promover o retorno de práticas e políticas do governo Fernando Henrique Cardoso, como as privatizações.
Dilma repisou o tema ontem. "No passado, meus adversários deixaram a eleição passar para depois fazer o câmbio flutuar, provocando uma verdadeira pancada na economia nacional. Nós, não fizemos nem faremos nada do tipo. Temos uma posição clara, coerente."
[ ][/ ]A petista tem investido também em um suposto discurso duplo dos tucanos em relação ao principal programa social do governo. "Aqueles que dizem que não vão acabar com o Bolsa-Família são os mesmos que entraram no Supremo Tribunal Federal com uma ação de inconstitucionalidade contra nós, tentando derrubar justamente o Bolsa-Família", disse, no início do mês.
Serra, que no início do ano falava em "ampliar" e "aprimorar" o Bolsa-Família, prometeu dobrar o número de atendidos no dia seguinte ao discurso da adversária.
A ofensiva dos tucanos procura atribuir à campanha adversária uma suposta ausência de valores morais. Apontam no PT a intenção de limitar a liberdade de imprensa e dizem que o partido é contra os direitos humanos e a defesa das liberdades civis.
Para embasar o discurso, os tucanos citam frases do próprio presidente Lula, como comparação entre presos comuns e presos políticos de Cuba. Também usam como exemplo as diretrizes do programa de governo do PT, do qual a candidata recuou em relação a temas polêmicos.
Já Dilma descreve o principal rival como alguém que ameaça a continuidade de iniciativas do governo Lula, como a ampliação de recursos para a agricultura familiar e a concessão de subsídios para a moradia popular. "Ele (Serra) foi ministro duas vezes no governo FHC, e não vi um processo de desenvolvimento de inclusão social dos 190 milhões de brasileiros", disse a petista na quinta-feira, em sabatina promovida pelo portal R7 e pela Record News.
Venezuela. O embaixador da Venezuela no Brasil, Maximilien Arvelaiz, negou ontem que haja acampamentos permanentes de guerrilheiros, paramilitares ou narcotraficantes colombianos na Venezuela "que contem com autorização ou simpatia do governo" Chávez. E rebateu as acusações de envolvimento de seu país com as Farc. "A República Bolivariana da Venezuela rechaça tais denúncias."
CAMPO DE BATALHA
AS PRINCIPAIS ARMAS USADAS POR PETISTAS E TUCANOS
1 Mídia
Os tucanos acusam o PT de tentar limitar a liberdade de imprensa
2 Programas sociais
Os petistas tentam desqualificar as propostas do PSDB na área social
3 Farc
Tucanos apontam as ligações do PT com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia
4 Estagnação
O PT busca associar o governo Fernando Henrique com a estagnação econômica
Fonte : O Estado de São Paulo
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